quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Educação à distância na FECAP

A FECAP tem cursos de educação à distância que podem ajudar a complementar a sua formação.

Confira as vantagens de um curso de Educação à Distância:

1) Tempo: nos cursos a distância é você quem estabelece os horários de estudo, conforme sua conveniência. Você ganha tempo, pois não precisa se deslocar até a escola, como nos cursos presenciais.

2) Espaço: você escolhe onde estudar: na sua casa, numa biblioteca ou em qualquer outro lugar. Havendo Internet, de qualquer lugar você poderá participar das aulas, interagir com seus colegas, tutores e professores.

3) Certificação: os certificados dos cursos a distância são idênticos aos dos cursos presenciais, com a mesma validade e garantia da FECAP.

Confira depoimentos e mais informações em: http://www.cecfecap.com.br/ead/.

Veja também uma demonstração gratuita do curso de Comunicação Empresarial: http://www.cecfecap.com.br/ead/comunicacao_empresarial/index.html.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Por que escolher a carreira de Relações Públicas na FECAP?

Entrevistamos a aluna do 4º semestre de Relações Públicas da FECAP, Jéssica Raquel Batista Lima, 20 anos.

A aluna nos contou brevemente porque escolheu o curso e também porque apostou na FECAP.

Carolina Terra: Por que a FECAP?

Jéssica Lima: Vários fatores influenciaram a minha decisão, entre eles estava o preço, o acesso a faculdade (transporte-metrô) e a satisfação dos próprios alunos, fiquei meses trocando informações com os membros da comunidade FECAP no Orkut, eles me ajudaram muito!

Fiz uma pesquisa sobre todas as faculdades que oferecem o curso de Relações Públicas e foi nessa pesquisa que eu descobri que a FECAP tem um programa chamado: Conheça a FECAP, onde me encontrei com o coordenador do curso, o Prof. Dr. Ary Rocco e tirei todas as minhas dúvidas. Uma coisa que me chamou muita atenção foi fato que o curso tem uma forte ênfase em gestão estratégica da comunicação, acredito esse seja o grande diferencial da FECAP em relação as outras faculdades.

CT: Por que escolheu RP?
JL: Até o 3º ano do colegial eu queria fazer Sociologia, comprei inúmeras revistas de vestilbular (guia do estudante) para descobrir um pouco mais e acabei descobrindo a profissão Relações Públicas. Sempre fui apaixonada por comunicação, mas não queria fazer jornalismo/publicidade e propaganda/cinema/marketing/rádio e tv. Por isso me foquei na área de humanas em geral, porém quando fui lendo as revistas e vi que em comunicação tinha uma coisa chamada Relações Públicas, fiquei super interessada. Então comecei a ir numa maratona de Feiras de Estudante, onde falei com vários estudantes de Relações Públicas e me apaixonei.

Em um dos artigos que eu li sobre RP que eu guardo até hoje, estava escrito assim: "Relações Públicas é a função de gestão que avalia as atitudes públicas, identifica as políticas e os procedimentos de um indivíduo ou organização e executa um programa de ação para conquiostar o entendimento e a aceitação do público". Depois de 5 meses, estava eu no vestibular colocando RP ao invés de Sociologia.

CT: O que mais gosta na FECAP ou quais são as vantagens de se estudar na FECAP?
JL: Acredito que a FECAP tem tudo que você precisa para se tornar um grande profissional. Ela te oferece:
Grupos de Pesquisas;
Empresa Júnior - Fecap Jr;
Convênio FECAP / University of Alabama (EUA);
Bolsas de Incentivo;
Bolsas por Desempenho;
Apoio a Iniciação Científica;
Programa de Apoio Psicopedagógico;
COT (Centro de Oportunidades e Talentos);
Diálogos Musicais;
Cine FECAP.

Ela possui excelentes professores, uma incrível estrutura, mas nada disso seria suficiente se não existisse um ambiente amigável. Adoro todas as pessoas de lá, eu me sinto bem! Eu particularmente tenho uma ligação especial, pois jogo futsal pela FECAP (Atlética) e com isso, acabei ganhando muito mais que um futuro, ganhei uma segunda família!

Agradecemos à Jéssica pela entrevista. Vamos inaugurar aqui uma série de entrevistas com estudantes de diversas carreiras para que todos conheçam os cursos que a FECAP oferece.

Quer ser um dos nossos entrevistados? Demonstre seu interesse aqui me enviando uma mensagem.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Canal da FECAP no Youtube

Você sabia que a FECAP tem um canal oficial no Youtube? A ideia é apresentar professores, alunos, ex-alunos, profissionais da instituição, coordenadores de curso para que todos possam ter acesso à infraestrutura do centro acadêmico.

Confira o depoimento do ex-aluno do curso de Publicidade e Propaganda, Cássio Yanata, sobre a FECAP: http://www.youtube.com/user/fecapoficial#p/u/7/fOeK-2Mt2Uo.

Quer dar um depoimento sobre a FECAP? Fale conosco por aqui!

domingo, 1 de novembro de 2009

FECAP abre processo de transferência

Está aberto o Processo de Transferência de outras instituições de ensino Superior para a FECAP.

O processo de transferência para a FECAP, que está aberto até 20 de novembro, é feito mediante análise do Histórico Escolar do candidato. As transferências são aceitas até o limite das vagas existentes, desde que o pleito seja para áreas correlatas. O atendimento aos candidatos que desejam fazer transferência é realizado na Área de Relacionamento, de segunda a sexta-feira das 09h às 20h e aos sábados das 09h às 13h.

Para mais informações sobre os documentos requeridos, acesse: https://www.fecap.br/Portal09/link_transferencias.php ou (11) 3272-2222 ou relacionamento@fecap.br.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Vencedores do sorteio dos três livros

Os contemplados do sorteio dos três livros "A Crise da Modernidade pela Lente do Trabalho", do professora Luiz Guilherme Brom foram os comentários de número 13, 12 e 3. Ou seja:

Fábio Procópio: http://fecapblog.blogspot.com/2009/10/comente-este-post-e-concorra-ao-sorteio.html?showComment=1256658583413#c7762373157230038158.

Natty: http://www.blogger.com/profile/08740087963074470994.

André Tropiano: http://fecapblog.blogspot.com/2009/10/comente-este-post-e-concorra-ao-sorteio.html?showComment=1256832041706#c639551759403898898.

Aos ganhadores que preferirem retirar o livro na FECAP, basta nos avisar. Aos que preferirem que postemos via correio, pedimos que por gentileza enviem um e-mail para carolina.terra@fecap.br.

O sorteio foi operacionalizado pelo site www.random.org.

Convênio FECAP/University of Alabama permite experiência internacional

Oportunidade para quem quer ter uma vivência no exterior!

Aprimore seu inglês e participe dessa maravilhosa experiência proporcionada pelo convênio FECAP / University of Alabama (EUA). A Universidade do Alabama fica em Tuscaloosa (Alabama), próximo às cidades de Atlanta, Memphis e Nashville.

O preço de USD 2.605 inclui:
- Acomodação dupla nos apartamentos do campus;
- Curso de Inglês (English & Business Development Program);
- Três refeições diárias;
- Palestras sobre negócios e administração;
- Palestra sobre o programa de MBA do College of Business Administration;
- Visitas a grandes empresas do Estado do Alabama, como Mercedes Benz e Procter and Gamble;
- Visita ao Alabama Trade Center;
- Freqüência às aulas da disciplina de Lidership do College of Commerce and Business Administration (UA);
- Transporte gratuito para as visitas corporativas;
- Seguro saúde oferecido pela Universidade do Alabama;
- Visitas culturais em Atlanta (Georgia), com transporte e hotel incluídos: Geórgia Aquarium, CNN Center, Tanger Outlets (para compras);
- Translados de aeroportos (ida e volta);
- Transporte terrestre (ônibus gratuito);
Livre acesso a 6 bibliotecas, Laboratórios de Informática, Study Center e Centro Esportivo (Rec Center);
- Cerimônia de encerramento no Cypress Inn, foto do grupo e t-shirt;
- Certificado de participação e conclusão.

O preço de USD 2.605 não inclui:
- Passagem aérea;
- Taxa de inscrição e orientação;
- Student and Exchange Visitor Information System – SEVIS fee (consulado americano);
- Taxa de solicitação de visto (consulado americano);
- Taxa de visto de estudante (consulado americano);
- Taxa de agendamento de entrevista (consulado americano);
- Despesas pessoais;
- Viagens e passeios opcionais;
- Pré-requisitos:

Alunos e professores da FECAP: colégio, graduação ou pós-graduação;
Mínimo de 17 anos de idade;
Passaporte com validade mínima de 6 meses;
Comprovação financeira de USD 4.600 (renda familiar);
Formulário de inscrição adequadamente preenchido até dia 30 de outubro de 2009.

Informações:

Fabíola Alves
Tel: (11) 3272-2355 (FECAP)
E-mail: fabiola.alves@fecap.br

Roseli Azevedo
Tels: (11) 5549-8268 ou (11) 8339-6908
E-mail: roseli.azevedo@terra.com.br

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Comente este post e concorra ao sorteio de 3 livros

O superintendente de Relações Institucionais da FECAP, prof. Luiz Guilherme Brom, concedeu uma entrevista ao site Etcetera/TV Aparecida sobre a escolha da profissão.

Reproduziremos abaixo a entrevista e estamos propondo um desafio: quem comentar aqui no blog o que achou ou sobre o tema, automaticamente, passa a concorrer a três livros “A Crise da Modernidade pela Lente do Trabalho”, de autoria do próprio professor. Por favor, lembre-se de deixar seus contatos para que possamos entrar em contato após o sorteio. A iniciativa vale de hoje, 27/10, até quinta-feira, 29/10. O sorteio será feito no dia 30/10 e divulgado aqui no blog mesmo.

“A escolha da profissão não é uma condenação perpétua”
A frase do título desse post é do professor Luiz Guilherme Brom, da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Esse cientista social, especialista em sociologia do trabalho, participa do Et Cetera sobre “Profissões e o Tempo” e falou ao blog do programa.

ETC: O senhor dirige o Centro de Estudos Interdisciplinares do Trabalho da FECAP. Qual o objetivo desse grupo?
Luiz Guilherme Brom: O CEIT é um núcleo de pesquisas da Fecap, especialmente dedicado à questão do trabalho. É interdisciplinar porque permeia as diversas áreas das Ciências Sociais: economia, sociologia, direito, antropologia, psicologia, etc… O objetivo é pesquisar a realidade do trabalho para um maior esclarecimento sobre o que ocorre. Ao divulgar nossos estudos, pretendemos auxiliar o esclarecimento de jovens e profissionais em geral sobre o que ocorre no mundo do trabalho. Trabalhamos com tabulação de dados do IBGE e SEADE, entre outras fontes.

ETC: A formação profissional e inserção de jovens no mercado de trabalho estão entre as suas especialidades. No Brasil, quais as principais falhas tanto na formação quanto na inserção?
LGB: A principal falha da educação (sobretudo ensino médio e superior) é não prestar um esclarecimento isento aos jovens, acerca do trabalho e da profissão. As escolas não raramente se deixam levar por modismos e idéias estereotipadas que são divulgadas na mídia, mas também pelas famílias e círculos sociais. A sociedade de consumo, o individualismo e a competição empurram as pessoas para equívocos enormes. A busca por profissões que “dão mais dinheiro”, é um exemplo e leva a grandes decepções. Qualquer profissão pode dar dinheiro, trazer realização, desde que o profissional seja bom no que faz. E para isso é fundamental gostar do que se faz. Quem não gosta do que faz, tem poucas chances de se dar bem.

ETC: Ainda há um conservadorismo na hora de escolher carreiras?
LGB: O que há, em geral, é falta de esclarecimento. No Brasil (ao contrário da Europa e EUA), as pessoas são obrigadas a escolher uma carreira excessivamente jovem. Esse jovem é pressionado pela família, pela mídia e pelos modismos em geral. Algumas profissões são glamorizadas e outras menosprezadas. Por exemlo: o censo de 2000 mostrou que apenas 27% dos formados em comunicação trabalhavam na própria área de comunicação. Apesar disso, comunicação (jornalismo, etc…) foi um curso dos mais procurados nos últimos 10 anos (todos querem virar jornalista célebre, mas só uma ínfima minoria consegue). O mesmo acontece com outros cursos. 53% dos brasileiros formados atuam fora de sua área de formação.
Outra mentira que causa profunda ansiedade entre os jovens é a idéia de que a escolha da profissão é para o resto da vida. Como se fosse uma condenação perpétua. Ao contrário do passado, a formação profissional deve ocorrer ao longo de toda a vida de trabalho. A faculdade que se escolhe pela 1ª vez, é apenas o 1º curso de formação que se faz. Muitos outros virão. Nada do que se faz aos vinte e poucos anos de idade não pode ser corrigido. Além disso, nossos desejos e vontades mudam ao longo da vida. O importante é a gente se nortear pelo que temos vontade de realizar. Isso nos torna mais feliz. Ao escolher uma carreira aos 18 anos, é preciso ter consciência de que se trata da melhor escolha para aquele momento; não necessariamente para o resto da vida.

ETC: Vale a pena investir no que é diferente? Aliás, como saber o que escolher?
LGB: Vale a pena investir no que a gente se sente atraído, naquilo que poderá ser fonte de prazer e realização profissional. Quem é criativo pensa pela própria cabeça e não pela dos outros. O que é diferente, estranho em termos de formação profissional, pode ser justamente criativo. Tudo o que é criativo é estranho à primeira vista. Conheço um fisioterapeuta que fez doutorado em engenharia eletrônica. Estranho, não? Pois é, hoje ele é o maior consultor brasileiro de equipamentos eletrônicos de fisioterapia para hospitais. Ganha muito dinheiro com isso. Portanto, primeiro, é preciso se informar sobre as profissões. E depois, escolher o que se deseja… o que a vontade manda escolher. Quem faz o que gosta, faz bem feito.

ETC: Em seu livro “A Crise da Modernidade pela Lente do Trabalho”, o senhor fala de uma nova ordem que surgiu a partir da década de 80. Como ela se caracteriza?
LGB: Nos últimos 25 anos do século XX a economia mundial passou por profundas mudanças. O velho modelo de corporações pesadas e com muitos funcionários entrou em crise. Muitas simplesmente desapareceram nos anos 80, como por exemplo a PAN AM, que era a maior empresa aérea do mundo. Com a globalização, as indústrias e fábricas são transferidas em ritmo ainda mais rápido para países em desenvolvimento. Junto com isso, há terceirização e automatização das tarefas. Resultado da nova ordem econômica: explosão do desemprego em todo o mundo. Após 30 anos de estabilidade no pós-guerra, a sociedade industrial ocidental entra em crise. Junto com desemprego em massa, acontecem migrações de trabalhadores pobres e favelização das cidades. A oferta de postos de trabalho é sempre abaixo da demanda. Só na região metropolitana de São Paulo temos um milhão e meio de desempregados.

ETC: O que podemos esperar para o futuro nesse sentido? Mais mudanças?
LGB:
Em relação ao futuro, o melhor que se pode fazer é se preparar para ele e adquirir uma ampla bagagem cultural. Estudar muito. Não é o diploma que garante o futuro, mas o conhecimento, a capacidade de pensar bem. O estudante que aprendeu a aprender, que sabe pesquisar, investigar e tomar decisões equilibradas, vai enfrentar bem o seu futuro profissional. Mais do que estar preparado para o primeiro emprego, é preciso estar preparado para as mudanças, que serão muitas e fortes ao longo da vida profissional.

O professor Luiz Guilherme mantem um blog sobre educação e profissão: http://blogeducacaoeprofissao.blogspot.com/.